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	<title>Mera Falácia &#187; RÃ¡pida</title>
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		<title>breve sobre CorporaÃ§Ãµes e Estados e a Nova ComunicaÃ§Ã£o</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 14:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barraponto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PolÃªmica]]></category>
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		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[EntÃ£o eu leio no barrapunto.com, agregador espanhol, que a CorÃ©ia do Sul aprovou lei que exige identificaÃ§Ã£o de conteÃºdo subido para redes sociais, se este alcanÃ§a 100mil visitas. Como vocÃª nÃ£o tem como saber se vai virar viral ou nÃ£o, o jeito Ã© se identificar. Como retaliaÃ§Ã£o a essa prÃ¡tica, a Google vetou o upload [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EntÃ£o eu leio no <a href="http://ciberderechos.barrapunto.com/article.pl?sid=09/04/14/0845258">barrapunto.com</a>, agregador espanhol, que a CorÃ©ia do Sul aprovou lei que exige identificaÃ§Ã£o de conteÃºdo subido para redes sociais, se este alcanÃ§a 100mil visitas. Como vocÃª nÃ£o tem como saber se vai virar viral ou nÃ£o, o jeito Ã© se identificar. Como retaliaÃ§Ã£o a essa prÃ¡tica, a Google vetou o upload de usuÃ¡rios que se identificam como sul-coreanos. Calma, eles ainda podem subir, mas precisam declarar-se como cidadÃ£os de outra naÃ§Ã£o, no serviÃ§o.</p>
<p>E isso nÃ£o Ã© mera picuinha cÃ­vica. A Google conhece seus usuÃ¡rios, sabem que eles acessam Orkut onde Ã© proibido via proxy, confiam que uma censura tÃ£o simples serÃ¡ contornada em segundos &mdash; e declarando-os de outra naÃ§Ã£o, a Google nÃ£o estÃ¡ mais sujeita a aÃ§Ãµes de controle ou mesmo ao retorno: caso o Governo Sul-Coreano venha a fazer perguntas, a empresa simplesmente responde &#8220;Ã© proibido subir do seu paÃ­s, nÃ£o pode ser daÃ­&#8221;. Ela estÃ¡ combatendo a atitude do paÃ­s, incentivando os cidadÃ£os a contornarem essa tosquÃ­ssima lei, mas ao mesmo tempo lavando suas mÃ£os, onerando-se menos com auditorias e o mais.</p>
<p>Tempo atrÃ¡s, a Google (de novo) hospedou no Blogger pÃ¡ginas do governo de OssÃ©tia, jÃ¡ que os servidores desta caÃ­ram frente ciber-ataques da RÃºssia. Mas na tecnologia de redes, a RÃºssia nÃ£o Ã© pÃ¡reo para a Google. Sim, uma empresa sozinha (ou quase) peita a InteligÃªncia Russa pÃ³s-KGB. E nÃ£o Ã© a primeira vez na histÃ³ria que uma empresa intervÃ©m tÃ£o diretamente, por prÃ¡ticas de comunicaÃ§Ã£o, na vida polÃ­tica de um paÃ­s. A Real Networks interviu deliciosamente em Sarajevo, criando canais de web-rÃ¡dio e levando equipamentos e tÃ©cnicos &mdash; em pleno bombardeio. Deve existir tanto exemplo que eu sÃ³ posso ir somando no meio dos comentÃ¡rios. Este post Ã© sÃ³ pra lembrar o papel desses grandes jogadores na polÃ­tica, em paÃ­ses democrÃ¡ticos ou nÃ£o (como as crises internet-escas China).</p>
<p>UPDATE: <a href="http://www.nytimes.com/2008/10/13/technology/internet/13suicide.html?_r=3&#038;ref=technology&#038;oref=slogin&#038;oref=slogin" title="matÃ©ria no N. Y. Times">aparentemente</a>, existe uma oposiÃ§Ã£o forte ao governo sul-coreano presente na web, que pressionavam-no a respeito da importaÃ§Ã£o de carne americana. ApÃ³s alguns afastamentos, os partidoscomeÃ§aram uma discussÃ£o do controle da Web, sob o pretexto de discutir <span lang="en">cyber-bullying</span> e difamaÃ§Ã£o. O cÃ³digo penal do paÃ­s jÃ¡ cobre difamaÃ§Ã£o e bullying, mas o Governo quer punir mais severamente esses crimes quando cometidos e registrados na rede. Lembra algo que estÃ¡ acontecendo no Brasil.</p>
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		<title>brevÃ­ssimo escÃ¡rnio da IndÃºstria Cultural</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 18:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barraponto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RÃ¡pida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeira]]></category>

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		<description><![CDATA[It is tempting, but too easy, to say the problems of newspapers are their own fault. True enough, the industry missed a whole armada of boats. If newspapers had been smarter, or moved faster, they might have kept the classified ads. They might have invented social networking. But that&#8217;s all hindsight. I didn&#8217;t think of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>It is tempting, but too easy, to say the problems of newspapers are their own fault. True enough, the industry missed a whole armada of boats. If newspapers had been smarter, or moved faster, they might have kept the classified ads. They might have invented social networking. But that&#8217;s all hindsight. I didn&#8217;t think of these things, nor did you. Judging from Tribune Co., for which I once worked, the typical newspaper executive is a bear of little brain. Until recently, little brain was needed. Even now, to say the newspaper industry has no problems that a busload of geniuses couldn&#8217;t solve is essentially saying that the industry&#8217;s problems are insoluable. Or at least insoluable without help.</p></blockquote>
<p>FormaÃ§Ã£o em jornalismo, economia, tecnologia, midialogia, nada, mas nada mesmo Ã© capaz de colaborar com uma indÃºstria onde quem ousa fica de escanteio e quem sÃ³ balanÃ§a a cabeÃ§a vira o chefe ursinho descerebrado. ParabÃ©ns cultura organizacional do medo e do receio, foi assim que a IndÃºstria Cultural perdeu quantos barcos podia perder nas novas <acronym title="tecnologias de informaÃ§Ã£o e comunicaÃ§Ã£o">TIC.</acronym></p>
<p>Este post Ã© um desabafo da minha experiÃªncia estagiando na Universidade no ano passado, e a citaÃ§Ã£o veio de <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/04/05/AR2009040501733.html?hpid=opinionsbox1">um artigo muito rico</a> do Michael Kinsley, pro Washington Post.</p>
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		<title>brevÃ­ssima no Bom Uso das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 14:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barraponto</dc:creator>
				<category><![CDATA[PolÃªmica]]></category>
		<category><![CDATA[RÃ¡pida]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um de seus posts mais recentes, Marco Gomes exibe seus trabalhos de fotografia e comenta na sua nova prÃ¡tica de organizaÃ§Ã£o para coletivizar a obra: twitar.
Ultimamente tenho feito o RolÃª FotogrÃ¡fico, saio pela cidade tirando fotos do que acho interessante. Esse nÃ£o Ã© um â€œeventoâ€ e nÃ£o foi criado por mim, mas quando eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um de seus posts mais recentes, Marco Gomes exibe seus trabalhos de fotografia e comenta na sua nova prÃ¡tica de organizaÃ§Ã£o para coletivizar a obra: twitar.</p>
<blockquote><p>Ultimamente tenho feito o <a href="http://www.flickr.com/photos/marcogomes/sets/72157613179961077/" title="set no flickr">RolÃª FotogrÃ¡fico</a>, saio pela cidade tirando fotos do que acho interessante. Esse nÃ£o Ã© um â€œeventoâ€ e nÃ£o foi criado por mim, mas quando eu faÃ§o anuncio publicamente e chamo quem quiser participar, fique ligado para o agendamento de um <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23rolefotografico" title="busca no twitter">#rolefotografico</a> no Twitter.</p></blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/marcogomes/3261090655/"><img alt="um pobre sorriso negro, de perfil, com texturas de contraste no fundo..." src="http://farm4.static.flickr.com/3341/3261090655_427e9aeefa.jpg" title="de um rolÃª do Marco Gomes" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">um pobre sorriso negro, de perfil, com texturas de contraste no fundo...</p></div>
<p>E Ã© isso mesmo, se organizar nas redes Ã© assim. JÃ¡ foi no Orkut, jÃ¡ foi no IRC&#8230; O virtual serve pra organizar o real</p>
]]></content:encoded>
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		<title>breve nota sobre Redes Sociais ProprietÃ¡rias</title>
		<link>http://gedigi.net/merafalacia/2009/03/breve-nota-sobre-redes-sociais-proprietarias/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 20:28:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>barraponto</dc:creator>
				<category><![CDATA[RÃ¡pida]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Um artigo do TechCrunch denunciava uma cooperaÃ§Ã£o entre uma das redes sociais mais bem sucedidas da web2.0, a Last.fm, e a mais odiada sociedade de proteÃ§Ã£o a direitos autorais: a RIAA. Dado o vazamento de um Ã¡lbum do U2 nas redes P2P, a RIAA teria solicitado Ã  Last.fm os dados dos usuÃ¡rios que scrobblaram faixas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.techcrunch.com/2009/02/20/did-lastfm-just-hand-over-user-listening-data-to-the-riaa/" title="em inglÃªs">artigo do TechCrunch</a> denunciava uma cooperaÃ§Ã£o entre uma das redes sociais mais bem sucedidas da web2.0, a Last.fm, e a mais odiada sociedade de proteÃ§Ã£o a direitos autorais: a <acronym title="Recording Industry Association of America">RIAA</acronym>. Dado o vazamento de um Ã¡lbum do U2 nas redes P2P, a RIAA teria solicitado Ã  Last.fm os dados dos usuÃ¡rios que <abbr title="declararam as mÃºsicas que estavam ouvindo">scrobblaram</abbr> faixas desse Ã¡lbum.</p>
<p>Ok, talvez a encrenca toda seja ter os dados centralizados nos servidores de uma corporaÃ§Ã£o, mais do que usar software proprietÃ¡rio de execuÃ§Ã£o misteriosa. Mas Ã© que, ideologicamente atÃ©, os softwares livres de servidores sÃ£o pensados para serem descentralizados (e interoperÃ¡veis, quando possÃ­vel). Isto Ã©, embora o <a href="http://twitter.com">Twitter</a> tenha seus dados em alguns servidores, o <a href="http://laconi.ca/trac/" title="software livre de microblogging">Laconi.ca</a> tem em mente sua execuÃ§Ã£o em diversas instÃ¢ncias, espalhadas em servidores de todos os tamanhos, mundo afora. O que nÃ£o quer dizer necessariamente que esteja mais segura (existe um debate sobre isso, e favorece o <acronym title="software livre">SL</acronym>), mas com certeza Ã© mais difÃ­cil chegar &mdash; com ou sem amparo legal &mdash; e demandar esses dados.</p>
<p>Fica a liÃ§Ã£o para a enorme comunidade da web 2.0: as corporaÃ§Ãµes estÃ£o organizadas. E nÃ³s? <acronym title="by the way">BTW</acronym>, a equipe do Last.fm negou que vazou os dados. Eu tambÃ©m negaria.</p>
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